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Ocitocina, o hormônio do amor

 OCITOCINA
– Melhora do prazer sexual
– Otimiza a interação social
– Coadjuvante no tratamento de depressão

O QUE É OCITOCINA?
Ocitocina é um hormónio produzido pelo hipotálamo e armazenado e secretado na hipófise posterior (Neurohipófise). Este hormônio tem atuação em várias áreas do cérebro e funcionamento corporal.

QUAIS OS EFEITOS NO ORGANISMO?
Inicialmente, o hormônio ocitocina foi aplicado apenas na função de facilitar as contrações uterinas no momento do parto e como auxiliar na ejeção do leite materno durante a lactação. A partir disso, a ocitocina vem sendo relacionada ao comportamento maternal e a formação de laços sociais. Pesquisas recentes apontam efeitos pró-sociais após uso de ocitocina em humanos que incluem aumento da confiança, diminuição da ativação da amígdala cerebral para o medo, estímulos indutores de reconhecimento e melhoria de sinais sociais. Esses efeitos motivaram grande interesse no papel deste hormônio em diversas psicopatologias humanas, como esquizofrenia, fobia social e autismo, já que existem receptores de ocitocina em várias regiões do cérebro, incluindo hipotálamo e amígdala, que são regiões envolvidas na produção das emoções. Além disso, descobriu-se seu efeito na área sexual, aumentando libido e facilitando a ejaculação.

ÁREAS DE ATUAÇÃO SEXUAL:
AUMENTO DA INTENSIDADE DOS ORGASMOS E MAIOR LIBIDO.
MELHORA DA EJACULAÇÃO MASCULINA (EM HOMENS COM RETARDO DE EJACULAÇÃO)Um estudo publicado na Alemanha em 2014 constatou que uma dose de ocitocina antes da relação sexual pode proporcionar orgasmos mais intensos e maiores níveis de satisfação sexual”.Em 2015, urna publicação intitulada como Evolutionary Science of Female Orgasm, refere-se à ocitocina como o hormônio produzido pelo mediador entre as relações emocionais e orgasmos em hipotálamo e armazenado e secretado na hipófise posterior mulheres(Neurohipófíse). Este hormônio tem atuação em várias áreas do cérebro e funcionamento corporal.

EMOÇÃO:
– REDUÇÃO DA ANSIEDADE E MELHORA DA INTERAÇÃO SOCIAL – COADJUVANTE NO TRATAMENTO DE DEPRESSÃO
Há evidências de que a ocitocina esteja envolvida na regulação das emoções em seres humanos, já que menores níveis deste hormônio no sangue foram relatados em pessoas com quadro severo de depressão.,.. Artigo recente revelou que o uso da ocitocina em complemento ao tratamento com o antidepressivo Escitalopram teve melhora mais significativa que o uso isolado de Escitalopram.. Um recente estudo publicado na revista Psychopharmacology sugere que a administração de ocitocina pode melhorar a auto-percepção positiva e, assim, ser um mecanismo pela qual promove comportamentos sociais positivos.

AUTISMO E ESQUIZOFRENIA:
– MELHORA DA INTERAÇÃO SOCIAL – EVOLUÇÃO DO RECONHECIMENTO EMOCIONAL
Pesquisa publicada pela Translational Psychiatry incluindo 37 homens com diagnóstico de autismo ou Síndrome de Asperger demonstrou o potencial da ocitocina em aumentar o foco de Menção para a região dos olhos, importante marcador de dificuldade de comunicação social característico do autismo.. Em estudo realizado no Instituto Nacional de Saúde Mental dos LIA demonstrou os efeitos positivos da administração da ocitocina sobre o desempenho do reconhecimento de emoção , déficit bem característico em quadros de esquizofrenia em pacientes com essa patologia.

NOVAS DESCOBERTAS DA CIÊNCIA:
– SARCOPENIA
Pesquisadores da Universidade da Califórnia descobriram que o hormônio ocitocina é indispensável para a manutençáo e reparação muscular saudável.
– ANOREXIA
Estudo publicado pela revista Psychoneuroendocrinology sugere que a ocitocina altera a tendência de pessoas que sofrem de anorexia em fixar imagens de alimentos de alto teor calórico e maior forma do corpo.

Referências em www.oxitocina.com.br

 

Colaboração: Dra. Anamélia Guerra

Médica formada pela Faculdade de Medicina de Jundiaí, com especialidade em Cirurgia Geral e do Trauma pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP.
Site: www.anameliaguerra.com.br